sexta-feira, 19 de abril de 2013



Como montar uma Rádio FM

O primeiro passo, fundamental, será entrar em contato com um técnico de eletrônica, um engenheiro em telecomunicações ou uma pequena empresa, isto é, as fontes que vão construir e/ou vender o transmissor e a antena. Além disso, vão fornecer orientação em relação ao que é possível ou necessário fazer em relação à abrangência que você pretende atingir (1Km, 5, 10, 30 km ou mais). Também vão aferir as frequências vazias no dial FM, Freqüencia Modulada, diferente do sistema AM, Amplitude Modulada. A diferença essencial entre os dois sistemas fica a cargo do comprimento de onda que se transmite, para que o sinal vá mais longe, sem que outro sinal que atrapalhe. E finalmente, poderão orientar também quanto aos equipamentos que irão compor o seu estúdio. O necessário para se montar uma rádio de baixa potência em FM varia em função do dinheiro que se dispõe e dos equipamentos. Podemos dizer que o mínimo, imprescindível para uma intervenção, é o transmissor, a antena e um cabo que leve o sinal de um ao outro. Com isso, será possível gerar na frequência escolhida um sinal mudo. A potência do transmissor recomendável varia de 10 watts a 100 watts.
Para produzir a mensagem sonora é recomendável uma mesa de som (de 4 a 8 canais) ou um mixer de áudio (de 2 a 4 canais), 2 CD players, 2 toca-discos, 2 microfones, 1 tape deck e cabos para ligar tudo na mesa ou no mixer. Tudo isso pode ser adquirido aos poucos, mas a mesa (ou mixer) é o início, pois irá receber o som do microfone e do Cd ou toca-discos. Estes também são fundamentais, pois permitem que se fale e toque as músicas. Rádio é fala (ao vivo ou gravada) e som (músicas, fundos musicais, efeitos sonoros). Então, esta parte deve variar de mil à 3 ou 4 mil. Varia em função de um estúdio mais completo ou não, e também da qualidade , das marcas dos aparelhos, se são novos ou usados... Do mixer sai um cabo que leva o som até o transmissor ( em geral é do tamanho de um computador). Outro cabo (RGC-213) sai do transmissor e vai até a antena e, deste modo, o som vai para o ar.
Quanto ao financiamento para tudo isso, pode ser obtido de várias formas, desde que isto não interfira na independência em falar e tocar o que quiser. Não se esqueça: o Rádio é um instrumento poderoso, muito interessante para partidos ou templos - não significa que não possa haver debates políticos (entre vários partidos) ou programas religiosos (desde que, na emissora, várias crenças se façam presentes), caso contrário, sua rádio pode se tornar uma forma de manipular pessoas e dominar massas. Se o grupo que vai fazer a rádio é de algum grêmio estudantil, centro acadêmico, sindicato, ONG, ou qualquer tipo de organização com renda, fica mais fácil. Basta escrever um projeto da rádio, explicando seus propósitos e convencer a todos da sua importância. Se não houver esse tipo de suporte, pode ser feita uma arrecadação coletiva entre o grupo que irá tocar a rádio (quanto mais gente mais barato, além da rádio ficar mais interessante por ser mais plural na representação das idéias). O grupo também pode se organizar para vender adesivos e camisetas da futura rádio, rifas ou ainda organizar festas beneficentes à rádio.

Equipamentos necessários

A peça mais importante, o “coração da rádio”, é o TRANSMISSOR, o aparelho que irá gerar o sinal eletromagnético que viaja até o receptor (no caso, o rádio do ouvinte). Se você tiver um Transmissor de FM em mãos, praticamente já tem uma rádio, pois pode-se construir facilmente uma antena e pode-se usar apenas um rádio do tipo 3 em 1 (compact disc, tape deck e long play, isto é, cd, fita e disco) com uma entrada de microfone para para gerar todo o áudio básico para a programação (música e locução). Se você não tiver um transmissor, terá de arranjar um ou mesmo construí-lo. Pessoas com um certo conhecimento de eletrônica e rádio freqüência (RF) podem construir estes transmissores a um preço bastante acessível, mesmo que estes não sejam muito estáveis ou tenham baixa potência. De fato, transmissores eficientes e de potência elevada não são fáceis de construir, necessitam de componentes eletrônicos especiais para RF, e pessoas com experiência e boa habilidade para construí-os, para que o sinal não se dissipe em outras ondas, que não a já escolhida (existem centenas de projetos de transmissores de FM na Internet). O transmissor (ou txr) é o único componente ilegal, e não tem que estar em funcionamento para torná-lo ilegal: a simples posse de um txr é crime, e tais leis são fartamente divulgadas. Txrs podem variar em tamanho e podem ser poderosos, alguns ajustes poderão transformar o poder do txr de 1 watt para 100 watts. Este tipo de txr é suficiente para cobrir qualquer cidade grande dependendo apenas da forma como sua antena é fixa, e a baixo custo.
Um txr sempre deve ser conectado a uma antena ou uma carga de bobo, o que ajudará evitar a queima de transistores. Txr's aceitam entradas linha standard, significando que eles não precisam de amplificadores para os dirigir, isto é, há um modulador na primeira fase do txr, esta fase é seguida por um encoder de estéreo (se provido): este encoder mistura o estéreo sobre o oscilador, isto é, há um condensador variável nesta fase em que a freqüência do sinal normalmente é criada, que poderá mudar a freqüência com o apoio de alguns Mhz. A próxima fase normalmente é um “pára-choque”, isto não aumenta poder, estabiliza o oscilador que impede a troca de freqüência depois que as fases do amplificador forem conectadas em série. A quantia de fases do amplificador pode diferir em txr's diferentes, mas isto normalmente segue uma sucessão de 1 fase de watt, 5 watts organizam, e estão para a fase de produção de cerca de 15 a 50 watts. A fase de produção busca quase sempre uma fase de filtro que isola os harmônicos, que permitem uma antena que afina a unidade (A.T.U). O whitch afina a antena para o txr. Todos estes componentes e fases são escondidos dentro da caixa de sheilded, e, a menos que algo esteja errado, nunca deveria precisar de ser ajustado. Mudar a freqüência de um txr não é tão simples quanto mudar a freqüência de um receptor, como mover o dial. É tão complexo que só deve ser manipulado por uma pessoa capacitada e de confiança. Há um botão de variação na tábua do oscilador e, quando ele é movido no movimento horário ou anti-horário a freqüência pode ser mudada em alguns MHz para cima ou para baixo. Isto parecerá ter mudado sua freqüência em um rádio perto, mas longe talvez não haja nenhum poder de saída. Logo você terá que afinar cada fase de amplificador à freqüência nova, e isto é feito tampando um 40 watt blub claro ou metro de potência e carga de bobo no plug aéreo. Comece afinando a primeira fase de ampère até chegar na última, e repita isso algumas vezes: pare sempre quando obtiver leituras de máximo do blub claro ou metro de potência. Passando então para a próxima fase, sempre tentando obter leituras de máximo. Nesta fase seu transmissor estará trabalhando a plena potência na nova freqüência. É aconselhável virar a potência da fase de produção para aproximadamente 5%, isto dará uma vida de funcionamento mais longa ao transistor de produção, pois não estará funcionando a nível máximo todo o tempo. Transmissores devem ficar em áreas frescas: se seu txr não tem um ventilador interno (ventoínha) e esquenta muito num período de cinco minutos, você pode precisar colocar um ventilador comum perto dele para mantê-lo frio. É aconselhável desligar os transmissores antes de fazer qualquer trabalho aéreo, convém instalar um pequeno interruptor para evitar imprevistos. Qualquer pessoa pode comprar um transmissor de FM de baixa potência (até uns 250W) e existem vários fabricantes no Brasil.
A função do transmissor é transformar o sinal elétrico, proveniente da saída de áudio de um aparelho (como a saída para fone de ouvido de um walkman, por exemplo), em um sinal eletromagnético, que contém, de forma codificada, a informação do áudio original. Para saber mais, procure estudar algo sobre técnicas de transmissão em RF ou tipos de modulação em RF. Este sinal eletromagnético é distribuído no espaço através da antena, que deve ser alimentada através de um cabo coaxial de 50 ohm, diferente do tipo usado para televisões, pode ser comprado em qualquer boa loja de equipamentos elétricos. O cabo coaxial está disponível em diferentes tamanhos, que dependem da potência que você vai utilizar: quanto mais pesado for o cabo melhor, pois deixará vazar menos radiação reduzindo a interferência local. Tome todo cuidado quando estiver trabalhando em antenas no topo do telhado, pois os acidentes não fazem parte do projeto.
Antenas não são difíceis de fabricar, utilizando sucatas de alumínio e madeira e elas funcionam satisfatoriamente. Mas a maioria dos provedores aéreos o poderá prover com antenas de faixa de radiodifusão comerciais. Tenha certeza que você está adquirindo uma antena projetada para radiodifusão e não para recepção, pois provavelmente não será adequada a seu transmissor e poderia danificar seu txr, a ideal será uma que tenha 50 ohm de impedância. Um tipo comum é um dipolo dobrado, este tipo é muito estável e cobrirá a faixa de radiodifusão de 88 a 108 MHz, também aumentará seu sinal por 3 vezes, isto significa se seu txr tem uma produção P.E.P (poder de emissão de cume) de 30 watts, usando este tipo de antena você pode adquirir um E.R.P (poder radiado efetivo) de 90 watts. Também usando dois ou mais dipolos dobrados em paralelo. Conectados, junto com matchers, o E.R.P pode ser aumentado. Dipolos dobrados são apenas um tipo de antena, você também poderia usar um meio dipolo de onda ou uma viga dependendo para onde você quer irradiar o sinal.  Você deve conferir se sua antena está trabalhando bem e se seu transmissor está corretamente conectado a um metro de S.W.R em série entre eles pois isto lhe dará uma idéia se está seguro manter o txr conectado naquela antena.
Uma observação técnica muito importante deve ser feita a esta altura do texto. É necessário um bom "casamento de impedância"  entre a antena e o transmissor. Impedância é a medida da capacidade de resposta de um cirquito elétrico percorrido por uma corrente alternada (a magnitude da impedância é dada pela raiz quadrada da soma dos quadrados da resistência e da reatância associadas ao cirquito). Este "casamento" é importante, não só para se garantir o máximo rendimento do circuito, como também proteger o transmissor contra possíveis sobrecargas (ondas harmônicas, refletidas, etc). Acerca das configurações de uma rádio, quatro itens são comuns aos três tipos possíveis. São eles: o transmissor, a antena, o cabo coaxial da antena e um rádio receptor (retorno). Chamamos de "retorno" um rádio que fica no estúdio, sintonizado na mesma freqüência de transmissão e serve para se ouvir o que está sendo transmitindo. Agora apresentaremos as três opções de configuração de equipamentos para se montar uma rádio:
  • MODELO A - Configuração mínima.
Para esta configuração você vai precisar apenas dos quatro itens básicos acima descritos, um rádio do tipo 3 em 1, com saída de áudio auxiliar ou saída para fone de ouvido e um microfone. Ao invés do rádio, você pode utilizar um computador, ligando a saída da placa de som ao transmissor. Pode-se ligar um microfone ao computador e usá-lo para tocar CDs e arquivos de áudio como WAVE e MP3. Liga-se a saída de sinal do rádio no transmissor e usa-se o rádio para gerar o áudio (musica, locução, etc.). Esta configuração é mostrada no esquema abaixo:
  • MODELO B - Modelo Intermediário (modular).
Para este modelo, utilizamos equipamentos modulares, ou seja, um para cada finalidade. Será preciso de um mixer ou mesa de som (“misturador” de som), um cd player, um tape deck, um toca disco e um microfone. Na verdade, poderia usar apenas um tape, se a sua intenção for tocar apenas fitas K7 ou somente o cd player, se for trabalhar apenas com CDs. Ligam-se os equipamentos de áudio no mixer ou na mesa de som e a saída da mesa é ligada ao transmissor, como mostra o esquema abaixo:
  • MODELO C - Relativamente Sofisticado.
Este modelo pode ser considerado apenas uma sofisticação dos anteriores, pois segue o mesmo princípio e é apenas mais completo. Por exempo: se você tiver duas Pick ups (toca disco) poderá fazer transições ou misturas de sons e músicas de um disco de vinil para o outro, o mesmo ocorre para as outras mídias (cd, k7, md, etc). A configuração abaixo é a que mais facilita a vida do programador e a que oferece o maior número de possibilidades de mídias e transições de áudio:
Ao adquirir um mixer ou mesa de som, deve-se prestar atenção se o equipamento possui um número suficiente de entradas para se ligarem os equipamentos necessários, inclusive, mais de um microfone. Também é bom ter entradas reservas, prevendo futuras instalações. Fique atento quanto as diferenças entre entrada e saída de áudio, entre saída de sinal (para ligar à mesa ou transmissor), saída de potência (geralmente para caixas acústicas), impedâncias de entrada e saída e tipos de conexão (existem vários tipos de conectores de áudio, use os que forem compatíveis com os seus equipamentos) para não danificar nenhum aparelho. Preste atenção também nas tensões de trabalho dos aparelhos (110V ou 220V) antes de ligá-los. Procure escolher a antena que melhor se adapte as suas necessidades e coloque-a em um lugar alto, em uma torre ou morro, para que seu sinal chegue mais longe.
Junto com o equipamento, a próxima decisão será o pessoal que vai ser envolvido na estação montada. É necessário envolver outras pessoas no projeto, o que é extremamente interessante: operar uma estação de Rádio-Livre. A rádio tem necessidade de ser representante da comunidade a que está inserida. Deve-se considerar a maneira que vai organizar seu grupo, começando por reuniões regulares e discutindo que tipo de estação se quer. Também é importante delegar funções a indivíduos capacitados, como: providenciar equipamentos, levantar renda, recrutar voluntários e sempre precisará de alguém com um forte conhecimento técnico para montar o equipamento. Quando for ao ar, todos podem exercer funções de programadores e locutores, sendo responsáveis pela programação diária, enquanto a estação estiver no ar. Isto aliviaria a pessoa de assumir sozinho o volumoso trabalho de preenchimento dos horários vazios, além de expor idéias plurais. O próximo passo importante é escolher a localização no dial, na qual irá seu sinal de radiodifusão. Isto será relacionado à área que você deseja servir. A primeira regra do rádio é a altura ideal para efetivar um maior alcance de radiodifusão. Assim, quando você está escolhendo seu transmissor e localização de estúdio, a altura é o fator mais importante, assim escolha um bloco de torre ou uma área montanhosa. Se isto não é possível, improvise usando um mastro alto para a antena (pelo menos, 45 metros) em cima de qualquer edifício. Escolham em coletivo um nome para a estação. Antes de entrar pela primeira vez no ar, deverá ser efetuada uma campanha esclarecedora junto aos potenciais ouvintes. Apresente sempre a rádio e onde pode ser achada na faixa de FM.

Rádio-Livre e suas características

Na montagem de uma estação de Rádio-Livre a parte mais agradável é o momento em que ela vai ao ar pela primeira vez, geralmente com um zumbido ainda não equalizado. É diferente das outras estações de rádio, já que há certa excitação, pois todos são surpreendidos pelo fato de conseguir levar ao ar música e serviço muito diferentes das propostas já estabelecidas, geralmente por rádios profissionais, as quais objetivam lucro com a programação. Aqui cabe uma questão: “Você ouve o que gosta”? Talvez a melhor pergunta seja: “O que você ouve é você quem decide”?
A Mídia historicamente sempre teve um papel de ferramenta de construção histórica, uma vez que, através de articulações sutis e muito bem intencionadas, manipula multidões em torno de interesses diversos. Desde governos ditatoriais populistas às histórias construídas por “quem venceu a guerra”, não nos faltam exemplos de inúmeros momentos em que a voz da minoria foi apagada em nome de uma ideologia dominante, como se não houvesse mais a necessidade de discussão perante uma verdade oficial. Em tempos neo-liberais, quem dita tal verdade é o capital. E seu interesse é óbvio e claro: o lucro. Logo, a arte se mercantiliza para atender à suposta demanda do capital. É o disco mais vendido que interessa, mesmo que para vender precise ter um conteúdo preconceituoso ou sexualmente apelativo, enfim, qualquer coisa que chame a atenção da mídia para que esta se encarregue de obter seu lucro através da exposição massificante de tais ícones, “pop”. O ouvinte, por encontrar somente este modelo praticamente em todas as rádios, acredita que são as únicas músicas que prestam, ignorando as que não fazem parte do circuito comercial. É neste momento que ele troca sua cultura (seu elo de identidade própria) por uma mercadoria que tem curta duração (que “enjoam” depois de um certo tempo, devido à repetição massificante feita pelas emissoras de rádio comerciais) e logo, é substituída por outra que se define como novidade, mas que, na estrutura, é idêntica a todo modelo ditado pela moda, dos grupos de pagode que deturpam o sentido original do samba às duplas de cantores que trocam sua essência caipira por uma falsa identidade “texana”. A privatização lenta, mas eficaz, da cidadania: educação, saúde, cultura e habitação não são mais seu direito, mas estão intimamente ligados a quanto você pode pagar por eles. E, se tratando do Brasil, o problema é ainda mais sério, não só por ser um país com uma das mais gritantes desigualdades econômicas e sociais, mas também é extremamente grave vender a toda uma população uma cultura que não os representa e, através dela, seu público alvo deixa de ter seu caráter próprio para se tornar uma massa uniforme de consumo, que exclui o diferente.
É preciso inverter o papel da mídia, trazendo às estações de rádio músicas com valores mais legítimos culturalmente. Informações jornalísticas imparciais que promovam o debate e a reflexão crítica, sem censura de qualquer caráter, seja ele político, econômico ou de qualquer outro formato. Que a música venha a se tornar arte novamente. Que a voz de cada uma das minorias também tenham o seu espaço, mesmo que não agrade a todos. Até porque, o que agrada a maioria já é representado em todas as estações, o que falta é espaço para todas as minorias - então não ache estranho sua programação "não entrar no Ibope". É nesta proposta que se insere a Rádio Livre. Sim, Livre e não “pirata”, já que pirata é aquele que quer "obter o ouro" dos outros. Sem fins lucrativos, buscam democratizar as propostas de rádio no ar, não com a intenção de fazer melhor que as outras, porque na verdade nem estamos na mesma direção que elas.

Fontes de Pesquisa:

  • Rádio Muda FM Livre
  • Projeto OBORÉ).

COMO INTERROMPER UM TOCA CD DE UM CARRO BARULHENTO

É POSSÍVEL PARAR O FUNCIONAMENTO DE   UM TOCA CD DE UM AUTOMOVEL BARULHENTO COM UM TRANSMISSOR DE RADIO FREQUENCIA (RF)?

QUAL SERIA A FREQUENCIA A SER UTILIZADA?


VAMOS DISCUTIR O ASSUNTO.

QUEM TIVER ALGUMA IDEIA OU TEORIA, ESCREVA-ME E EU COLOCO-A EM PRATICA





 
Transmissor/Receptor Elementar 2

Nesse projeto, mais indicado para salas de aula, temos efetivamente um transmissor e um receptor. Agora, tanto um quanto o outro são sintonizáveis, ou seja, há um circuito oscilante L-C em cada um deles. Para uma dada 'abertura' do capacitor variável, no transmissor, há uma estreita faixa de freqüência irradiada, a qual, só será recebida no receptor com o devido ajuste do seu próprio capacitor variável.
O indicador de sinal detetado e recebido será uma pequena lâmpada néon, tipo NE-2.
Material


- 1 pilha grande e porta pilhas
- 1 roda dentada e lâmina flexível
- Bobina - ver texto
- 2 capacitores variáveis de 410 pf
- 1 lâmpada néon NE-2
- 2 bases de madeira, tubos de papelão,
- Fio de cobre esmaltado #22, fio comum, solda etc.

Esquema - circuito elétrico


Montagem


Comentários
As bobinas L1 e L2 foram enroladas, com 80 espiras juntas de fio de cobre esmaltado #22, num pedaço de tubo de papelão (obtido em lojas de armarinho, para enrolar tecido) de diâmetro 10 cm. Os capacitores variáveis de 410 pF, 1 seção, não são tão fáceis de serem obtidos, mas podem ser substituídos por capacitores variáveis de duas seções, típicos para rádios valvulados (obtido em oficina de conserto de rádios e TV). Na verdade, dois capacitores variáveis iguais de rádios antigos irão funcionar bem. Os tamanhos 'grandes' dos componentes foram selecionados de propósito para permitirem um bom visual para todos os alunos da sala de aula.
A lima usada no experimento 1 foi substituída por uma roda dentada metálica munida de uma manivela, cujos dentes raspam numa lâmina flexível (usei lâmina de bronze fosforoso). Eis, abaixo, algumas fotos de minha montagem:


jjsound45@hotmail.com


Circuito Indicador de Bateria Fraca

Circuito Indicador de Bateria Fraca

Este circuito simples dá uma indicação através de um LED quando a bateria de 6 Volts de iluminação de emergência começa a chegar em um estado de carga muito baixa. Enquanto a tensão da bateria for superior a 4 volts o LED permanece desligado e liga automaticamente quando a tensão da bateria cair abaixo de 4 volts.

ISCA ELETRONICA PARA PEIXES


Isca de Peixe Eletrônica

Este dispositivo emite um som que atrai peixes, as configurações de som são definidas por duas resistências variáveis, trimpots, que devem ser ajustadas para um melhor desempenho. Essa Isca Eletrônica pode utilizar fone de telefone, modificado para serem usados embaixo d´água. Usado o aparelho da seguinte maneira, de 5-10 segundos, a intervalos de 15-20 segundos.

Projeto de transistor BD135

O transmissor que apresentamos opera em torno de 88 MHz e tem um alcance da ordem de 400 metros. O transistor BD135 deve ser montado em um pequeno radiador de calor e a modulação é conseguida a partir de um microfone de eletreto. A bobina L1 consta de 5 espiras de fio 26 AWG em forma de 0,5 cm de diâmetro sem núcleo. CV é um timer comum de até 40 pF onde se ajusta a freqüência de operação do transmissor. A antena pode ser do tipo telescópico com comprimento de 30 a 100 cm. Uma aplicação sugerida para esse pequeno transmissor é como emissora comunitária.

esquema de um transmissor de fm que pode chegar ate 10km

BOM ESTE POTENTE TRANSMISSOR DE FM UTILIZA UM TRANSISTOR ESPECIAL
DO TIPO 2N6084 QUE FORNECE UMA ÓTIMA POTÊNCIA DE RF BOM VAMOS LÁ
O MANUSEIO  DO TRANSMISSOR EXIGE ALGUM CUIDADOS E TANTO R3 COM R4
SÃO RESISTORES DE 1R X2W MAS NÃO
DE FIO POIS NÃO DEVEM SER INDUTIVOS TODOS OS CAPACITORES SÃO CÊRAMICOS
E OS DEMAIS RESISTORES SÃO DE 1/8W OK
XRF 1 E UM BASTÃO DE FERITE DE DIÂMETRO 1CM DE COMPRIMENTO COM 200 ESPIRAS DE FIO 28
L1CONSTA DE 2 ESPIRAS DE FIO 14 COM DIÂMETRO DE 1CM SEM NÚCLEO
PODE OCORRER A QUEIMADO DO TRANSISTOR SE FOR LIGADO A UMA NATENA COM ESTACIONARIA ALTA REGULE L1 APERTE ATE ESTE AJUSTE TEM QUE SER FITO COM UMA ANTENA LIGA NO TRANSMISSOR QUE ESTEJA CORTADA PARA FM OK
APERTE L1 CONSEGUIR A FREQUENCIA DESEJADA E DEPOIS  AJUSTE OS TRIMERS
PARA OBTER MAIOR ALCACE NA TRANSMISSÃO A MODULAÇÃO PODE VIR DE UM MIC
ELETRETO OU AQUALQUER FONTE EXTERNA  O TRANSISTOR 2N6084 SER DOTADO DE UM BOM RADIADOR DE CALOR PARA NÃO QUEIMAR OK

alimentação de 20,6 volts 


quinta-feira, 18 de abril de 2013

DOIS TRANSMISSORES FM

Transmissor de FM 50w





sábado, 30 de março de 2013

Fontes de alimentação

Existem muitos tipos de fontes de alimentação.
A maioria são concebidas para converter alta voltagem AC de alimentação eléctrica um valor adequado de baixa tensão para circuitos electrónicos e outros dispositivos.

Diagrama de blocos de fonte de alimentação

Fontes de alimentação TV

Fonte de alimentação 12 Volt

Fonte alimentação 12V

Fonte de alimentação 9 Volt 2 Amp

Fonte alimentação 9V 2A

Fonte de alimentação simétrica 15 Volt

Fonte alimentação 15V - 15V

Fonte de alimentação 12 Volt 30 Amp

Fonte alimentação 12V 30A

Fonte de alimentação 13 Volt 20 Amp

Fonte alimentação 13V 20A

Fonte de alimentação Tensão Variável c/ L200

Fonte alimentação L200 Variável

Fonte de alimentação comutada (chaveada) 2A

Fonte alimentação chaveada

Unidade de alimentação ininterrupta 12V UPS

UPS 12V

Fonte regulável com LM338

Fonte de alimentação regulável 1V a 32V Funcionamento:
O ajuste é dado pelo potenciómetro 5K multi-volta, o voltímetro LCD(200V) e amperímetro LCD(200mV) necessitam de alimentação externa, podem ser utilizadas baterias de 9V.


Fonte regulável com LM317 ajustável de 1 a 25 volts

Fonte de alimentação regulável 1 a 25V

VARIAC ECONOMICO

Dimmer: Um eletrônico Variac econômicaPara testar algum reparo eletrônico, ou ensaio de projetos eletrônicos, muitas vezes é útil, para ter na oficina ou laboratório, com um Variac.É um dispositivo que permite variar a tensão da corrente eléctrica que alimenta o dispositivo eletrônico sob teste.Entre as aplicações que têm o Variac na oficina, é o teste para permitir a alimentação de comutação (fonte de alimentação comutada), para verificar o funcionamento adequado após o reparo.Quem não gostaria de ter acontecido, que após a substituição dos componentes danificados de uma fonte de alimentação de comutação de uma TV, por exemplo, e depois de uma boa revisão, acreditamos que tudo está em ordem, ligar o computador, e em uma fração de segundo danificar novamente, porque ainda há um problema que não foi detectada.Com as variac, muitas fontes de teste pode ser calculada a aumentar gradualmente a tensão aplicada ao mesmo, enquanto que, simultaneamente, o controlo da sua actividade (oscilador), forma de onda, e o consumo de entrega tensões de abastecimento. Isto permite a detecção de quaisquer anomalias no funcionamento da fonte, antes que eles atinjam níveis que destruiriam os componentes principais (transistores, circuitos integrados).Para um exemplo prático, sobre o uso do Variac, reparação e teste de fontes chaveadas, confira os documentos "transistores de potência no Sony TV" encontrado em Área de Download
 
Como implementar um Variac baixo custo eletrônicoO custo de um Variac pode ser alto e às vezes difícil de encontrar nos instrumentos de mercado.Esses dispositivos geralmente são baseados em transformadores toroidais com uma ferida muito particular, o que não facilita a auto do mesmo pelo técnico que gosta de construir suas próprias ferramentas.Quando você não tem um Variac, uma alternativa é usar um dimmer, que é usado para dimensionar ambientes de iluminação e pode ser comprado em lojas de ferragens, elétrica e iluminação, a um custo acessível.Ou, se você é alguém que prefere construir seus próprios instrumentos eletrônicos, você pode fazer, porque é um circuito muito simples eletrônico com poucos componentes.Existem diferentes versões de dimmers de design, que podem ser encontrados em muitas revistas eletrônicas e sites de vários projetosPara sua conveniência, incluímos aqui o diagrama (Figura 1) de um Dimmer funcione bem e fácil de construir.Usando o dimmer Variac para substituirPara usar um Variac Dimmer no lugar para testar fontes chaveadas e outros equipamentos eletrônicos, você só precisa colocar uma lâmpada (lâmpada ou lâmpada) 40 ou incandescente de 60W como carga, em paralelo com o dispositivo cuja fonte vai ter teste, como mostrado na Figura 2.Se você construir seu próprio dimmer, pode usar uma caixa de tamanho projetos para incluir no seu interior o bulbo (necessitar de ventilação adequada) e coloque a tomada na mesma caixa, de que maneira você tem tudo em um único dispositivo que será mais conveniente usar na oficina.Você pode até mesmo incluir um voltímetro e um amperímetro AC (corrente alternada) para medição de tensão e corrente para a saída deste "Variac eletrônico".


Dimmer diagramaComponentes para a construção do DimmerR1 - 100 ohm 1/2 ou 1WR2, R3 - 2200 resistores ohm 1/2 ou 1WR4 - 100K potenciômetros (100.000 ohm), de preferência com built-in switchF1 - fusível 4ASW1 - Switch ou 5A Switch ou TV-5 (built-in potenciômetro)C1, C2, C3 - 0.1uF capacitores (100nF) 400VDIAC - tipo Diac: BR100, 1N5761, BDW32, N413, ST2, NTE6407, NTE6408 ou similarTriac - Triac para 6 ou 400V e 8A. como: TAC222, TAC227, TIC116M / N, T0609MH, NTE5609 ou outras características semelhantesNOTAS:

    
Os valores dos componentes não são críticos, se não exatamente ter esses valores, eu poderia usar alguma aproximada.
    
O potenciómetro pode ser também de 250K, e recomenda-se usar esse valor se o dimmer é utilizado com uma corrente de 220V.
    
Se não tiver um Diac, pode ser substituída por uma lâmpada de néon, os indicadores utilizados em letras pequenas (piloto), mas, dependendo das características do presente regulamento não pode ser totalmente linear.
    
O triac requer um dissipador de calor pequeno.
    
Se você usa o isolamento de rede transformador, este deve ser conectado entre a fonte de alimentação e dimmer, nunca fora disso.
    
O dimmer também ser utilizado para regular a temperatura da solda (solda) ou a velocidade de brocas eléctricas para algumas aplicações que não requerem muito torque.
    
Se você comprar um Dimmer comercial para uma confiável desempaño, recomenda-se que o consumo pode lidar com um Watt 600 ou maior.Entende-se que o uso de um redutor como Variac para a reparação de fontes de alimentação de comutação e outro equipamento electrónico deve ser realizado por técnicos qualificados que são bem familiarizado com o funcionamento e o comportamento do circuito a ser testado, a fim de interpretar correctamente as medições.

DOWNLOADS DE FERRAMENTAS PARA AUDIO

Virtual DJ Home
Virtual DJ Hom

O WINDOWS 8

Executivo da Samsung culpa o Windows 8 pelas baixas vendas de PCs e com toda razão.

Ele também afirmou que o novo sistema operacional não é competitivo e tão bom quanto a versão Vista.



Com a popularização de dispositivos móveis em geral, as vendas de computadores andam caindo nos últimos anos — esse declínio tem afetado todas as empresas que trabalham com produtos deste gênero, sem exceção. E, apesar de esse problema ser aparentemente causado pelo gosto dos compradores, o presidente-executivo da Samsung Eletronics achou um novo culpado.
A pessoa em questão comanda a divisão de chips de memória da companhia coreana e se chama Jung Dong-soo. Nesta sexta-feira (08), ele deu uma entrevista para alguns repórteres de Seoul e afirmou que a culpa das baixas vendas de PCs é do Windows 8 — e, por consequência, da Microsoft, é lógico.



Segundo o executivo, esse segmento do mercado ficou esperando o sucesso do novo sistema operacional, mas isso não aconteceu pelo fato de que o Windows 8 é tão bom (ou ruim) quanto o Vista. Além disso, ele alegou que essa plataforma é a menos competitiva da Microsoft.
Além disso, parece que Dong-soo já não acredita mesmo no mercado de computadores, tanto que ele está concentrando toda a sua divisão na produção de chips voltados para dispositivos móveis — o que combina com os novos lançamentos da Samsung, como o do Galaxy S4;


O Windows 8 chegou ao mercado há vários meses e ainda não conseguiu conquistar o mesmo respeito que o antecessor (Windows 7) possui. E, entre as inúmeras novas funcionalidades e recursos inéditos que foram apresentados no sistema operacional, ainda há um detalhe que chama muito a atenção de consumidores e imprensa. E isso acontece negativamente, para o desespero da Microsoft.

Trata-se da ausência de um botão Iniciar na tela principal do sistema operacional. Um analista de mercado do IDC afirma que retirar o botão foi uma péssima decisão e que isso causa incômodos a uma grande quantidade de consumidores que estava habituada à utilização do Windows há muitos anos — como pessoas que utilizam o sistema desde as versões mais antigas.

O analista afirma ainda que as empresas responsáveis pela fabricação de computadores com o sistema operacional estariam pedindo para que o botão Iniciar fosse incluído no Windows 8 desde as primeiras versões de testes. Mesmo assim, não são esperadas alterações nos próximos meses e é bem possível que o Windows 8 continue como está até o fim de seus dias. Você sente falta dele?
 

MORAL DA HISTÓRIA : " Nem tudo que é TOP é ouro "


JOSE JOAQUIM

jjsound45@hotmail.com



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

RADINHO COM DOIS TRANSISTORES

Rádio dois transistores simples
Aqui é um rádio simples que foi projetado para minimizar peças incomuns; não há sequer um diodo detector! A sensibilidade não é tão elevado como o reflexo de um transistor, mas a simplicidade é atraente. Estações fortes dará bastante volume do fone de ouvido em um cristal ou um amplificador externo. O Loopstick AM foi adquirido em eBay mas o experimentador empreendedor pode deslizar um a partir do interior de um rádio barato. Se o loopstick tem mais de um enrolamento, use o que tem mais curvas. Vento 3 ou 4 voltas perto de uma extremidade do enrolamento, como visto na foto. O condensador de ajuste no protótipo é a partir de um rádio velho e o disco de plástico pouco foi cortada de tal forma que ele só se encaixam na parte traseira de um botão de ponteiro preto. O ajuste foi apertado por isso não cola foi necessário. Todas as secções do condensador foram ligados em paralelo, para obter o máximo de capacitância para este loopstick.
Todas as outras partes são comuns. Os transistores podem ser praticamente qualquer tipo de sinal fraco. O protótipo usa o metal pode 2N2222, principalmente para a aparência. Alguns transistores podem ter ganho de frequência muito elevada, se os guinchos de circuito, tente adicionar uma resistência pequena no emissor do primeiro transistor, talvez 47 ohms, o menor, melhor, desde que o circuito seja estável. O uF 47 grande poderia ser menor na maioria dos casos, mas o circuito pode pegar hum se os fios são muito longos. Não deixe de fora o capacitor grande em toda a bateria, que proporciona necessário impedância baixa oferta de energia.
esquemático




O circuito é construído em um pedaço de 3,8 "x 2,7" x 0,5 carvalho "manchado e envernizada. Os terminais são pregos de cobre banhados utilizados para calafetar. Estes pregos são comumente disponíveis em lojas de bricolage e também estão disponíveis em latão, que também é soldável. Abra furos prévios dos furos para tornar mais fácil e cravando usar um conjunto de unhas ou unha maior virada de cabeça para baixo de modo a facilitar a atingir apenas o prego desejado. loopstick A é mantido na sua posição por um grampo de nylon cabo comum e a bateria está montada em um suporte da mola. O painel frontal é de alumínio que foi polido para um brilho agradável. areia Primeiro todos os riscos com lixa fina. seguida, retire as marcas de lixa com lã de aço comum de cozinha. Agora polir a superfície com a lã de aço fino no departamento de pintura , normalmente "000". Então, para o brilho real, polir a superfície com um composto de polimento como rouge. Aliás, essas varas de papel embrulhados de polimento composto são facilmente dissolvida pelo fluido de isqueiro (nafta). Basta colocar algumas gotas num tecido e esfregá-lo no fim da vara para carregar o tecido com o composto. Estes passos de polimento ir rapidamente e pode ter um revestimento do espelho de um par de minutos.

TRF AM Receiver Transmissão Usando uma Antena

TRF AM Receiver Transmissão Usando uma Antena



O rádio TRF acima opera na banda de radiodifusão de AM na gama de 550-1650 kHz.É semelhante a um rádio de cristal com a adição de um tampão casal e estágiosamplificador de áudio para dirigir um alto-falante. A recepção está limitada a fortes estações locais. KFI(Los Angeles) vem em alto e bom som a uma distância de cerca de 7 km da 50KWestação. KNX (1070) e KLAC (570) pode ser ouvido em níveis baixos e alguns outrosestações podem ser mal ouviu, se eu colocar meu ouvido contra o alto-falante. O receptor usauma antena de 16 polegada quadrada enrolada em uma moldura de madeira (13 voltas # 18) com uma variável(30-365pF) capacitor. Laços maiores provavelmente funcionaria melhor. Também o desempenho,poderia ser melhor se o laço é girada 45 graus, de modo que o quadro parece umcruz (+), em vez de uma maneira X. Isso, os lados superior e inferior não será paralelapara o chão, e a antena terá mais de altura.
O sinal de antena é tamponada pela primeira fase seguidor de emissor, que apresentasobre impedância de entrada 150K. O estágio tampão evita a perda de tensão muito doantena quando ligado ao circuito. A voltagem de RF tamponado no emissor doo transistor é rectificada pelo diodo, e o componente de RF removido pelacondensador na base do segundo transistor. Isso deixa apenas o sinal de áudiona base com cerca de amplitude 5X maior no coletor. O restante 3transistores formar um amplificador de áudio para conduzir o alto-falante de 8 ohms. Os transistores usadossão 2N3906 (PNP) e 2N4123 (NPN), no entanto 2N3904 deve funcionar tão bem. O 100Kresistência variável mostrada é apenas utilizada para reduzir o volume de estações muito fortes,como KFI no meu caso. O alto-falante é um modelo de 4 polegadas com um ímã 4 polegadas pesadodentro de uma caixa de 6 polegadas. Parece ser mais eficiente do que o alto-falantes com ímãs menores.Fones de trabalhar melhor e eu posso ouvir oito estações na área de Los Angeles em baixovolume. O circuito completo atrai cerca de 10mA a partir de uma bateria de 9 volts.
Antenas Loop:
A antena pode melhorar significativamente a recepção de ondas médias. Antenas loop sãodireccional e receber sinais ao longo do plano dos enrolamentos. O direcionalqualidade melhora a relação sinal ruído do sinal desejado, enquanto rejeitasinais perpendiculares ao plano dos enrolamentos. Laços maiores são melhores do quemais pequenos mas bons resultados podem ser obtidos a partir de tamanhos moderadas de um ou doismetros de lado. A forma não faz muita diferença para que o loop pode ser circular,rectangular ou uma forma de triângulo. A ideia principal é a de cobrir a área, tanto quanto possível,então eu imagino um loop circular seria o melhor. O circuito mede retratado aqui16 centímetros de lado e é cerca de 1,5 centímetros de largura. Ele foi enrolado com 13 voltas de N º 18fio de cobre, e tem um Q descarregado de cerca de 300 a 600 KHz e uma carga de cerca de Q80, quando ligado ao circuito. O circuito é ajustado com um condensador variável pF 30-365em paralelo.

POTENTE AMPLIFICADOR PARA PC COM TDA2003

Projeto: 10 Amplificador de Áudio W.
Um dos mais fáceis de construir amplificadores.Usando um TDA2003 poucos componentes e ter um bom podemos operar amplificador para amplificar o amplificador de saída de áudio do nosso computador ou testes.
TDA2003 Diagrama de conexão (TDA2002 também):amplificador de 10W
Segundo o fabricante é o TDA2002 e TDA2003 8W é 10W.As ligações, valores de componentes e de tensão são iguais.Para instrumentos de teste pode trabalhar com 9 volts, como amplificadores de potência ótimo trabalho com 14 volts, e é melhor não chegar a 18V.
Peças:POT1 é um 10K potenciômetro logarítmica para 50K.C1, se não com "woofer" pode ser de 1 ou 2,2 microfarad 10 volts ou mais.Se você quiser um melhor baixo pode ser de 10 microfarads.
R1 é de 1000 ohms, pode ser pequena (menos de 1/8W)R2 é 3,3 ohms (menos do que 10 ohm, mais do que 2)R3 é de 390 ohms (podem ser: R2 x 100)Se você quiser mais ganho de aumentar o valor de R3.
C3 1000 16 volts microfarad (em 10 funciona bem volt)R4 1 ohms (marrom, preto, ouro, ouro)0,1 microfarad C4, tal como mostrado em alguns 104.C5 1000 microfarads 16 volts ou mais.se a fonte for corrigida e não muito pode ser a distância de cabo de 470 microfarads.
Desenho amplificador com TDA2003:Desenho amplificador com TDA2003Neste gráfico, podemos ver a colocação dos componentes deste amplificador, devemos prestar atenção para a ligação negativa para a única terra atual ou mistura na perna 3 do circuito integrado, se misturar o solo e entrada de alto-falante pode ruídos e oscilações indesejadas.
Como é apenas o que é necessário é um canal de 2 para uso em estéreo.
O fornecimento de energia a utilizar para este projeto deve ser capaz de fornecer 2 ampères.
A dissipação de calor do circuito integrado é muito importante, uma vez que a temperatura determina a vida do mesmo.Podemos adicionar um ventilador usado em fontes de computador para evitar ruídos entramos nós adicionamos um resistor e um capacitor.
12-volts ligações de fãsOs fãs dos computadores não consomem muita energia e resistência pode ser 22-47 ohms, o ventilador sempre começar bem.
Este amplificador de produzi-lo muito, às vezes para substituir qualquer amplificador descontinuado ou qualquer projeto onde eu preciso parecer forte o suficiente.
Mas quando eu quero realmente fazer barulho, use qualquer um dos amplificadores de 20 Watts (em ponte.).Existem circuitos integrados que têm saída de 2 em ponte, e até 4 usando algumas rádios modernos.Normalmente não são baratos, mas os componentes quase não são, portanto, muito fácil de fabricar.
Você também pode ver informações TDA1557Q - amplificador de 2 canais com 22W cada,também os TDA8560Q amplificador de 2 canais de 40 watts por canal.TDA2003 em ponte
Embora eu não recomendo usar estes circuitos integrados (TDA2002, TDA2003) em ponte por algumas dificuldades na fabricação, oscilações e ruídos indesejáveis, se você não tem experiência com fazer pode ter muitos problemas, e se você tem experiência, provavelmente, optar por outro tipo de circuito integrado para o seu projeto.
Mas é incluído para mostrar como é feito, e tomar medidas apropriadas funciona bem.
Diagrama amplificador TDA2003 com ponte:
TDA2003 diagrama em ponte
Peças:POT1 é um 10K potenciômetro logarítmica para 50K.R1 é de 1000 ohms, pode ser pequena (menos de 1/8W)C1 e C6 de 10 microfarads 10 em diante volts.R2 e R5 de 5,6 ohms (verde, azul, ouro, ouro)R3 470 ohms470 microfarads C2 e C7 de 6 em diante volts.
R4 e R7 1 ohms (marrom, preto, ouro, ouro)0,1 microfarad C4 e C8, em alguns descritos como 104.
R6 pode ser de 1000 ohms, o valor desta resistência depende do equilíbrio de trabalho e os dois circuitos integrados é muitas vezes o dobro de R3.
C5 2200 microfarads 16 volts ou mais.





Baseando-se em amplificador ponte com TDA2003:
Desenho TDA2003 em ponte


Neste projeto deve ter muito cuidado com o aterramento, o C5 capacitor pode ser usado como um centro para conectá-los.O diagrama a seguir mostra um exemplo de conexões de dois TDA2003 em ponte, onde você pode ver como a terra retirada C5.Temos também de ter em conta que as faixas de terra devem ser curto e grosso quanto possível.
fazendo TDA2003 ponte de terra



Materiais
POT1 é um 10K potenciômetro logarítmica para 50K.
R1 é de 1000 ohms, pode ser pequena (menos de 1/8W)
C1 e C6 de 10 microfarads 10 em diante volts.
R2 e R5 de 5,6 ohms (verde, azul, ouro, ouro)
R3 470 ohms
470 microfarads C2 e C7 de 6 em diante volts.

R4 e R7 1 ohms (marrom, preto, ouro, ouro)
0,1 microfarad C4 e C8, em alguns descritos como 104.

R6 pode ser de 1000 ohms, o valor desta resistência depende do equilíbrio de trabalho e os dois circuitos integrados é muitas vezes o dobro de R3.

C5 2200 microfarad 16 volts ou maio

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O CHOQUE ELÉTRICO

O corpo humano pode conduzir a corrente elétrica.  No entanto, como nosso sistema nervoso também opera com correntes elétricas, qualquer corrente que "venha de fora" consiste numa forte interferência que pode causar sérios problemas ao nosso organismo.
Dependendo da intensidade da corrente que circular pelo nosso organismo, diversos efeitos podem ocorrer.
Se a corrente for muito fraca, provavelmente nada ocorre pois o sistema nervoso não será estimulado o suficiente para nos comunicar alguma coisa e as própria células de nosso corpo não sofrerão influência alguma.
Contudo, se a corrente for um pouco mais forte, o sistema nervoso poderá ser estimulado e teremos algum tipo de sensação como, por exemplo, um "formigamento".
Se a corrente for mais forte ainda, o estímulo proporcionará a sensação desagradável do choque e até a dor.
Finalmente, numa intensidade muito grande, além de poder paralisar órgãos importantes como o coração, poderá ainda danificar as células, "queimando-as", pois correntes intensas quando encontram certa resistência à sua passagem, geram calor. A tabela abaixo nos mostra as diversas faixas de correntes e os efeitos que causam sobre o organismo humano.



EFEITOS DA CORRENTE NO ORGANISMO HUMANO
100 µA a 1 mA - limiar da sensação
1 mA a 5 mA - formigamento
5 mA a 10 mA - sensação desagradável
10 mA a 20 mA - pânico, sensação muito desagradável
20 mA a 30 mA - paralisia muscular
30 mA a 50 mA - a respiração é afetada
50 mA a 100 mA - dificuldade extrema em respirar, ocorre a fibrilação ventricular
100 mA a 200 mA - morte
200 mA - queimaduras severas



Atenção; não confundam, 1 µA (um microampère = 1 milionésimo de ampère)
1 mA (um miliampère = 1 milésimo de ampère)


Uma crença que deve ser examinada com muito cuidado, já que muitas pessoas aceitam-na como definitiva, é a de que usando sapatos de borracha não se leva choque, e portanto pode-se mexer à vontade em instalações elétricas. Nada mais errado!
A eletricidade é perigosa e mesmo usando sapatos de borracha o choque ainda pode ocorrer, será importante analisarmos o assunto mais profundamente.
Conforme vimos, uma corrente elétrica só pode circular entre dois pontos, ou seja, é preciso haver um ponto com potencial mais alto e um ponto de retorno ou potencial mais baixo.
A terra é um ponto de retorno, pois conforme vimos, as empresas de energia a usam para ligar o pólo neutro. Isso significa que, se a pessoa estiver isolada da terra (usando um sapato com sola de borracha ou estando sobre um tapete de borracha ou outro material isolante) um primeiro percurso para a corrente é eliminado.
Isso quer dizer que, se uma pessoa, nestas condições, tocar num ponto de uma instalação elétrica que não seja o neutro, e portanto houver um potencial alto (110 V ou 220 V), a corrente não terá como circular e não haverá choque.
Estando isolado da terra e tocando num único ponto de uma instalação elétrica não há choque. No entanto, o fato de usar sapatos de borracha não o livra do perigo de choque.
Todavia, se a pessoa tocar ao mesmo tempo num outro ponto que ofereça percurso para a corrente, quer seja por estar no circuito para isso, quer seja por estar ligado à terra, o choque ocorre, independentemente da pessoa estar ou não com sapatos de sola de borracha.
 É por este motivo que uma norma de segurança no trabalho com eletricidade é a de sempre se tocar apenas num ponto do circuito em que se está trabalhando, caso exista o perigo de ele estar ligado. Nunca segurar dois fios, um em cada mão! Nunca apoiar uma mão em local em contato com a terra, enquanto se trabalha com a outra.


ELETRICISTAS DE "MÃOS GROSSAS"
Um fato interessante que pode ter sido notado é que as pessoas podem sentir choques de maneiras diferentes.

Quem já não viu eletricistas calejados que seguram nas pontas de fios para saber se a tensão é 110 V ou 220 V?
Para os menos experientes - que não façam a experiência - dizem que se sair fumaça por uma orelha é porque a tensão é de 110 V e se sair pelas duas, a tensão é 220 V.
Ocorre que, não é o fato da tensão ser 110 V ou 220 V que vai provocar a morte pelo choque, mas sim a intensidade da corrente que circula pela pessoa, de acordo com a tabela que demos anteriormente.
Assim, 220 V é mais perigoso do que 110 V no sentido de que, para um mesmo circuito (que tenha determinada resistência), os 220 V podem forçar a circulação de uma corrente mais intensa!
A intensidade da corrente que vai circular pelo corpo de uma pessoa vai depender justamente de como essa pessoa pode conduzir a eletricidade e existem diferenças de indivíduo para indivíduo. Diversos são os fatores que vão influir nesta "capacidade" que a pessoa tem de conduzir a corrente elétrica como:

a) espessura da pele
Uma pele mais grossa é mais isolante que uma pele fina. Por esse motivo, os eletricistas "calejados" que possuem a pele dos dedos bem mais grossas (e sujas!) quase não sentem choques, pois a intensidade da corrente que pode passar por ela é muito pequena.

b) umidade
Uma pele úmida se torna excelente condutora de eletricidade, principalmente se estiver molhada de suor que, pela presença de sal, é mais condutora ainda.
Isso torna o choque nas condições de um banho, extremamente perigoso, pois as correntes podem ser dezenas de vezes maiores do que em condições normais.

c) presença de cortes
Um corte coloca a parte "molhada" de nosso corpo que é formada pelo fluido sanguíneo e outros fluidos internos em contato direto com a eletricidade. Esta parte é um excelente condutor de corrente, aumentando em muito a sua intensidade em caso de choque.
d) exposição a partes sensíveis
Um choque nos dedos, onde a pele é mais grossa, certamente será devido a uma corrente de
muito menor intensidade do que se ele ocorrer numa parte mais sensível com pele mais fina ou úmida. Segurar um fio na boca pode ser terrivelmente perigoso, para um técnico desavisado.
Existem normas de segurança para o trabalho em instalações elétricas com o mínimo de perigo de choques, mas o melhor mesmo é DESLIGAR TUDO antes de mexer em qualquer ponto da instalação!

JOSÉ JOAQUIM

jjsound45@hotmail.com